Setembro | 2015 | Ano VI – Edição 75 – Meu filho não larga esse tablet!

Pág4Meu Filho Não Larga esse Tablet!

Nos dias de hoje isso parece uma queixa muito comum dos pais. Nada incomum, e estamos em diversos tipos de ambiente e nos deparamos com a cena de adolescentes e crianças, até bem novas, absortos no univ erso virtual contido naquele pequeno objeto. Parece uma coisa tão estranha que chega a proporcionar um misto de admiração (por algo que parece ir além da nossa capacidade) e ao mesmo tempo de irritação, pois: “como alguém pode ficar tanto tempo preso a esse objeto inanimado”? Bem… inanimado, quando a classificação do objeto em si, porque de inanimado nada tem naquela telinha!

            Podemos dizer que essa “febre” que atinge a garotada tem obrigatPág5oriamente que ser aceita pela a galera mais velha. A tecnologia a passos largos inunda as novas gerações com recursos que vão rapidamente um tomando o lugar do outro, numa velocidade avassaladora. O tempo voa, aliais, o tempo acompanha o ritmo do que acontece nos jogos virtuais!

Quem é da antiga (me perdoem, mais também sou), devo lembrar do carrinho de rolimã e do patinete. Esses brinquedos foram a dando lugar a outros, como os patins e o skate, que ainda tem uma existência terminada. Foram aos poucos surgindo jogos virtuais, inacessíveis para muitos e as lan houses começaram a tomar lugar no mercado. Como ia me esquecendo? Nasceram, viveram e morreram os “tamangochis”! tudo parece tão remoto tão passado… Mais nada disso importa: agora os tablets dominam!

Longe de mim falar mal da tecnologia! Acho o máximo! Até tenho tablete! É importante, porém que estejamos atentos  aos exageros. A utilização da tecnologia não deve atrapalhar as atividades de estudo, as responsabilidades pessoais, o lazer e convivência social se essa utilização não estiver em nível adequado, isso pode ser indicio de que algo tem que ser ajustado. Como já dizem nossos avós: “tudo que é demais faz mal!” é preciso encontrar uma maneira favorável de modificar a situação, para que essa turminha possa usar a tecnologia totalmente a seu favor. A tarefa de diagnóstico e ajuste muitas vezes é difícil para os pais. O entendimento e intervenção da psicologia pode ser o caminho para o equilíbrio conquistas de novos horizontes e de uma vida mais plena e feliz.

 

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