Outubro | 2018 | Ano IX – Edição 112 – 1° de outubro Dia Internacional do Idoso

1° de outubro Dia Internacional do Idoso

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No dia primeiro de outubro se comemora o Dia Internacional do Idoso, que foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), e pensar na velhice é com certeza tarefa de todos nós. A velhice pode e deve ser marcada por bem-estar físico e psicológico, dando continuidade às capacidades presentes na vida adulta. Viver mais é importante, e é possível que se consiga agregar qualidade aos anos adicionais de vida.

Uma visão ponderada e não preconceituosa, nos faz abandonar a ideia de velhice como problema médico-familiar, e adotar uma perspectiva interdisciplinar, ao tratar questões inerentes à saúde e ao bem-estar global do idoso.

O desafio nos dias de hoje é fazer intervenções destinadas a manter e ou recuperar a independência deste idoso, a fim de obter como resultado mais qualidade de vida. Oferecer o cuidado sempre que possível em caráter preventivo é uma grande ferramenta.

A consciência da velhice, as perdas, os ganhos, o compromisso profissional (aposentadoria), a sexualidade, a inserção familiar (morar com os filhos), a solidão, a morte, tudo isso modifica o relacionamento do idoso com o mundo. Esse fenômeno biológico afeta o organismo e acarreta ao mesmo tempo consequências psicológicas. Ainda que não esteja relacionada diretamente à doenças e à dependência, o envelhecimento vai indicar um aumento do número de pessoas em situação de saúde frágil apresentando debilitação e subordinação. Limitações advindas de doenças físicas e mentais, sejam elas oriundas de causas fisiopatológicas, socioculturais ou emocionais, que podem estar atuando sozinhas ou em conjunto, levam o idoso à condição de fragilidade, o que requer uma ampla rede de suporte e de serviços reabilitadores. Na maioria das vezes os cuidados dispensados às pessoas idosas, acaba sendo da responsabilidade de um familiar. Consequentemente, além de enfrentar a fragilidade do idoso a família vai lidar com dificuldades sobre como realizar o cuidado, a escassez de recursos, o sofrimento do idoso etc. Nem sempre as famílias, atuando isoladamente, conseguem dar conta dos desafios gerados. O ideal seria que pudessem contar com a ajuda de profissionais especializados, que as assessorassem cognitiva e emocionalmente e que acompanhassem esses grupos de familiares que vivenciam situações similares, visando a um melhor enfrentamento de suas demandas. Os idosos que recebem esses cuidados, estejam eles com familiares, hospitalizados ou em instituições de longa permanência, são beneficiados, assim como, suas famílias. Afinal, não basta o aumento da longevidade; é essencial que os anos adicionais sejam vividos com qualidade, dignidade e bem-estar.

Saiba mais sobre o cuidar do idoso no meu Facebook, visite a minha página e deixe suas dúvidas, perguntas, questões, terei imenso prazer em responder.

Viver é a melhor opção!

Envelhecer faz parte!

Jacqueline Gomes
CRP: 05/18688
Graduação em Psicologia – UCL
Licenciatura Plena em Psicologia – UCL
Especialização em Geriatria e Gerontologia – UERJ
Tel.: 21 98832-6368

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