Outubro | 2017 | Ano VIII – Edição 100 – Conjuntivite Alergia

Conjuntivite Alergia

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O tecido fino que recobre parte externa do olho e parte de dentro das pálpebras, chama-se conjuntiva. Este tecido pode inflamar por várias causas como: bactérias, vírus, fungos ou pelas defesas do nosso próprio corpo.

Quando a resposta das defesas, neste tecido, acontece de forma exagerada chamamos de conjuntivite alérgica. A conjuntivite alérgica pode afetar crianças e adultos e normalmente está associada às alergias respiratórias. Por isso, não é incomum o paciente com resfriado apresentar coceira nos olhos.

Os principais sintomas da conjuntivite alérgica são: coceira, irritação ocular, olhos vermelhos, lacrimejamento, visão borrada, vermelhidão das pálpebras e fotofobia (sensibilidade exagerada à luz). Existem três principais causas: conjuntivite alérgica aguda, primaveril e crônica.

Na conjuntivite aguda aconteceu em algum momento o contato de uma substância alérgica como: pelo de animais, alguns tipos de metais, fumaça, produtos de beleza, corantes, alimentos, medicamentos, poeira, ácaros ou qualquer material que a pessoa tenha alergia.

Normalmente, se resolve de forma espontânea apenas se afastando do fator de exposição e utilizando medicações simples. Uma modalidade da conjuntivite alérgica é quando está associada ao uso de lentes de contato. Esse tipo de conjuntivite pode levar à alterações bem características como o aparecimento de papilas gigantes na face interna da pálpebra superior.

A conjuntivite primaveril tem esse nome, pois é na primavera onde as plantas liberam maior quantidade de pólen. E as pessoas que têm maior sensibilidade ao pólen têm mais chance de desenvolver conjuntivite nessa época do ano. Como as estações nem sempre são bem definidas na nossa cidade este tipo de conjuntivite pode aparecer em outras épocas do ano. Já a conjuntivite alérgica crônica o paciente apresenta várias crises ao ano quando mal controlada a alergia. Nesses casos não existe cura, mas sim tratamento.

O principal objetivo do tratamento é manter o paciente o maior tempo possível fora das crises. Se o paciente apresenta crise todos os meses por exemplo, fazer com que as crises aconteçam de dois em dois meses já é um início. O diagnóstico é feito a partir dos sinais e sintomas além do exame de biomicroscopia na lâmpada de fenda.

Utilizamos muita das vezes um corante chamado fluoresceína para ajudar a visualizar as alterações da conjuntiva. O tratamento então é feito através de colírios, contudo, muita das vezes precisamos recorrer às medicações para o nariz, comprimidos e vacinas. O uso do frio ajuda bastante a controlar os sintomas através de compressas, água filtrada gelada e colírios armazenados na geladeira.

Dr. Andrew Alves
Marinho Oftalmologia
CRM: 52 97566-4

ESPECIALIDADES: Clinica Médica, Cirurgia Geral, Pediatria, Ginecologia, Mastologia, Proctologia, Cardiologia, Cirurgia Vascular e Angiologia, Geriatria, Otorrinolaringologia, Ortopedia, Psicologia, Neurologia, Neurocirurgia, Oftalmologia.

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