Outubro | 2017 | Ano VIII – Edição 100 – Ansiedade e os atropelos sentimentais

Ansiedade e os atropelos sentimentais

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Como sabem parece que vivemos na era da ansiedade e isso representa um problema grave de saúde mental com características incapacitantes em suas diferentes formas de apresentação, causando assim, um impacto muito grande na vida dos portadores, pois influencia diretamente sobre a saúde e o bem estar de todos.

A nossa vida agitada, com uma agenda cheia de compromissos e obrigações a cumprir, onde ainda recebemos uma enxurrada de informações e códigos mentais através das ricas tecnologias digitais que possuímos aceleram o nosso cérebro e, dessa forma, somos atropelados por diversos sentimentos disfuncionais. Cada vez mais, recebo em meu consultório, pacientes que relatam sofrimento com sintomas graves de ansiedade, tais como: taquicardia, sudorese, inquietação e agitação psicomotora, aumento do apetite acarretando ganho de peso, dores de cabeça frequentes, dificuldades com o sono, sensação de fôlego curto, sensação que tudo vai desmoronar, etc. A ansiedade pode se tornar patológica e assim, levar ao indivíduo a desenvolver diversos transtornos e, por isso, requer alguns cuidados.

As pessoas frequentemente se sentem incapazes de trabalhar de forma eficaz, de ter vida social saudável, de viajar ou ter um relacionamento afetivo tranquilo. Ou seja, a ansiedade em forma de transtorno tem consequências impactantes sobre a vida do indivíduo, é preciso ficar atento! Como consequência, a demanda de casos envolvendo algum tipo de ansiedade na prática clínica está cada vez maior e, mais grave do que a tendência comum às preocupações recorrentes.

São conhecidos seis tipos de transtornos de ansiedade: Fobia específica; Transtorno do Pânico; Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG); Transtorno de Ansiedade Social (TAS) e Fobia Social e o Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT). Na busca de minimizar este quadro incapacitante, faz-se necessária uma abordagem de tratamento que colabore para uma auto avaliação, onde os pacientes revejam os seus medos irracionais e passem a ter comportamentos de enfrentamento.

A intenção da Terapia Cognitivo Comportamental não é livrar o paciente das preocupações, mas sim ajudá-lo a lidar com essas de forma adaptativa.

É possível aprender praticando habilidades essenciais para desenvolvê-la.

De que maneira podemos aprender?

Agende sua consulta!

Tania Carla Pereira
CRP 05/16585
Especialista em Psicologa e Terapeuta Cognitivo-Comportamental
www.taniacarla.com.br
contato@taniacarla.com.br

Tel: 99888-4338 / 97016-0886 / 3585-1672
Rua Dias da Cruz 155  – Sl 513 – Méier/RJ

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