Outubro | 2013 Ano IV – Edição 52 – Editorial – O que é prioritário para melhorar no Grande Méier?

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3 comments to Outubro | 2013 Ano IV – Edição 52 – Editorial – O que é prioritário para melhorar no Grande Méier?

  • PAULO ROBERTO ROCHA BRAGA

    O prioritário p/ o Meier é tirar o projeto do mergulhão do papel p/ reativar o comércio.Para resolver o problema do trânsito o ideal seria tornar subterrâneo o trem da estação do Sampaio até o Encantado e a parte de cima seria revitalizada com mais pistas e jardim central.A pista da rua 24 de maio após a entrada da rua Dias da Cruz também mergulharia até depois do viaduto Castro Alves quando já passa a chamar-se Av.Amaro Cavalcante a parte de cima viraria uma praça e haveria também uma extensão do “BAIXO MEIER”.
    Este é um sonho de uma pessoa que ama o Meier.

  • PAULO ROBERTO ROCHA BRAGA

    Já imaginaram os dois lados do Meier integrados.O trânsito fluindo e sem atrapalhar a integração do comércio.Sonhar não custa nada.

  • A. L. de Abreu e Lima

    do batalhao de policia militar da circunscrição, coronel estadual da polícia militar, senhor Castro, enfatizou ele que, em sintese, a população móvel e fixa na área sob sua atividade específica, i.é., a polícia ostensiva, Na edição de nº 51 deste prestimoso oórgão de informção, na seção de segurança pública, quando da assunção do comandante sentir-se-ião seguras, porém, o que vê, sente e observa e um total despoliciamento. Só retórica. A CF., garante o direito de ir e vir, portanto, para retirada dos cracudos das ruas só através de uma EC., alterando o inciso respectivo do artigo 5º da CF., determinando, compulsóriamente, a internação dos viciados latu sensu. O resto é conversa para enganar á platéia. Vinte e oito anos na polícia militar é muito pouco para quem passou quarenta e quatro na polícia, exercendo atividades de polícia preventiva culminando com atividades investigativas. Todos que aparecem no tópico são; incipientes e insipientes. A GM., instituida por LC estadeual, órgão da administração indireta, infestada de ofíciais estaduais, colocam guardas nas ruas que, aliás, parecem “baratas tontas” em alguns momentos, noutros se aglomeram em grupos, sempre em frente em lojas comerciais de nome e, em outras ocasiões falam em telefoness. Se eles não se preocupam com a própria segurança como poderão dá segurança ao povo. E mais a GM é uma autarquia municipal, regidos estatuo própria e naõ pelo Estatuto dos Funcionários Público do Município. São agentes ativos do crime (Art.327/CP) mas não agentes passivos do crime (Art. 331/CP).

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