Maio|2016| ano VII edição 83 – NOVIDADES E INFORMES:

NOVIDADES E INFORMES:

BARATAO novo Polo Gastronômico da Rua Galdino Pimentel tem normas e regulação que deveriam ser cumpridas. Os espaços nas calçadas onde colocam mesas devem ser maiores e prioritários para os transeuntes; os carros não podem ficar estacionados dos dois lados da rua, nas calçadas, no entorno sem serem multados e importunados pela GM; as árvores que retiraram para obras devem dar lugares a novas mudas com canteiros próprios. O Subprefeito acionou a CET-RIO para estudar a possibilidade de transformar em mão única e/ou colocar quebra-molas. O Subprefeito estará intermediando um papo com os estabelecimentos para que levemos as nossas reivindicações que nada mais são que os cumprimentos das posturas municipais. Tirando essas questões é muito bom que o bairro tenha essa e novas opções gastronômicas.

Dentre as várias reivindicações que encaminhamos ao Subprefeito está a limpeza do terreno, que começa na Dias da Cruz e termina na Rua José Veríssimo, foi realizada. Aliás, por esses dias parece que começa a subir um novo estabelecimento comercial no local. Sobre as condições do Viaduto Castro Alves estamos aguardando o retorno da vistoria.

Vale a pena ressaltar que virou rotina a falta de luz nas ruas do Méier. Um ventinho, pouca chuva já acarreta escuridão e transtornos para a população. Iremos avaliar como faremos uma reclamação ou acionamos algum órgão de regulação pedindo providências para que fatos como esses, ao menos diminuam. Isso parece ser falta de manutenção na rede elétrica.

Não foi cumprida a promessa do Prefeito que o Centro Cultural João Nogueira – IMPERATOR teria uma administração participativa com a comunidade. Na época, o combinado seria que a AMME faria esse meio campo. Já se passaram alguns anos de sua inauguração e só abrem o espaço para quem eles definem sobre sua ótica elitista que devam se apresentar no espaço. Tem até alguns grupos da área que se apresentam, mas, a grande maioria de artistas populares e até famosos, que moram na região são excluídos. Seria bom saber os critérios que definem quem se apresenta. Tem segunda, terça e quarta que poderiam servir para esses artistas. Aliás, na verdade existe uma concepção elitizada de abrir o menor espaço possível para quem produz cultura em nossa região. Ultimamente estão abrindo até para políticos fazerem festas com discurso de que se comemora outra coisa. Talvez tenhamos que esperar mudar o governo para mudar a concepção administrativa ou mesmo a gestão.

Jorge Batata
Presidente da Associação de Moradores do Méier – (AMME)
Ammemeierrj.blogspot.com.br
Facebook: associacaodemoradores.meier

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