Novembro | 2017 | Ano VIII – Edição 101 – Diabetes: Dia Mundial do Diabetes

Diabetes: Dia Mundial do Diabetes

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Anualmente é comemorado, no dia 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes, data criada em 1991 pela International Diabetes Federation – IDF, e reconhecida oficialmente pela ONU desde 2007. Uma das atividades mais interessantes e de maior impacto mundial sugeridas pela IDF, desde 2007, é a iluminação na cor azul dos principais santuários e monumentos em cada cidade. No Rio e no mundo já acontece por vários anos a participação do Santuário Cristo Redentor com iluminação azul.

A Associação Carioca dos Diabéticos (ACD), mais antiga Associação de Diabéticos do Brasil, fundada em março de 1957 e muito bem representada pelo Dr. Jackson Silveira Caiafa, seu atual presidente, atualmente tem direcionado suas atividades ao treinamento de equipes de saúde para o atendimento ao diabético, através de oficinas e de campanhas de conscientização da importância do tratamento do diabetes e para as atividades do Dia Mundial do Diabetes. A Associação de Diabetes e Familiares de Tanguá – ADIFAT, realizará no dia 10/11 no Teatro Ana Maria Gac o III Fórum Regional de Diabetes em Tanguá tendo apoio integral da ACD.

Segundo estimativas da IDF existem 415 milhões de pessoas no mundo com diabetes. No ranking mundial da IDF dos 10 países com mais pacientes diagnosticados com a patologia o Brasil está no 4º lugar com mais de 14,3 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que representa mais 6,9% da população. E esse número está crescendo. Em alguns casos, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Em 2040, projeta-se que serão 23,3 milhões de diabéticos mantendo o país na quarta posição. Um em cada 2 adultos com diabetes NÃO é diagnosticado. A cada 6 segundos um indivíduo morre por conta da doença no mundo.

Sessenta por cento dos brasileiros não sabem como prevenir ou retardar o início do diabetes e 62% apresentam pelo menos um fator de risco para o desenvolvimento da doença. Quem tem diabetes tipo 2 corre o risco de duas a quatro vezes maior de morrer devido a um evento cardiovascular, como infarto e AVC, em comparação à população sem diabetes. De 20% à 40% dos indivíduos com diabetes desenvolvem doença renal diabética, comprometimento dos rins que, em casos extremos, requer diálise e até transplante, mas um controle adequado da glicemia previne ou retarda o aparecimento do problema. A doença renal diabética não tem sintomas. Para diagnosticá-la, é necessário recorrer a um exame de urina, a fim de identificar a presença de uma proteína que, em níveis anormais, indica lesão nos rins. O diabetes descontrolado afeta os vasos sanguíneos, o que pode ter como consequência a amputação dos membros e a perda de visão, ocasionada por causa da retinopatia diabética. Aderir, rigorosamente, ao tratamento prescrito pelo médico, adotar uma alimentação saudável e praticar atividade física ajudam a prevenir tais complicações.

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Adriano Santos
Farmacêutico – CRF/RJ 16921
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