Maio | 2018 | Ano IX – Edição 107 – HOMENAGEM ÀS MÃES

HOMENAGEM ÀS MÃES

Se eu soubesse

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Se eu soubesse o quanto era importante para mim teria te ligado mais vezes, te visitado mais vezes, te procurado mais.

Se eu soubesse a falta que me faria teria ficado mais perto de você e aproveitado mais seus carinhos e seus abraços.

Se eu soubesse como a saudade de você provocaria imenso vazio teríamos viajado mais juntas e brincado mais sob o luar.

Se eu soubesse como a sua ausência iria doer tão profundamente teria aproveitado mais a sua presença.

Se eu soubesse que a falta das suas gargalhadas fariam um silêncio tão grande na minha alma teria te contado as minhas aventuras só para ouvi-las mais uma vez.

Se eu soubesse o quanto a sua mão me protegia teria sido menos insegura.

Se eu soubesse que o seu amor era tão valioso não teria chorado por outros amores.

Se eu soubesse que um dia você partiria acordaria mais cedo todos os dias só para te dar bom dia e aproveitar mais a sua companhia.

Se eu soubesse o quanto precisava de você teria te escutado mais e sido mais obediente.

Se eu soubesse que a vida me machucaria tanto teria aproveitado mais proteção do seu colo.

Se eu soubesse que as noites de Natal nunca mais seriam as mesmas teria entendido que a sua presença era o meu melhor presente.

Se eu soubesse que jamais esqueceria seu cheiro ficaria mais atenta a todos os seus perfumes. Mas, um dia quando menos espero você se vai para nunca mais voltar. Deixando um vazio tão grande no peito, incomparável a qualquer outro que já senti. Talvez este seja o significado de ser órfão.

Carregar a saudade no peito, a dor mais profunda e sorrir quando lembrar dos momentos insubstituíveis que vivemos.

Ah! Se eu soubesse…

Teria feito tudo diferente

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