Junho | 2015 Ano VI – Edição 73 – Dias Da Cruz, Capital do Méier, Abandonada e Bagunçada

Dias Da Cruz, Capital do Méier, Abandonada  e Bagunçada

Coluna AMME - Jorge Barata

Essa é a principal artéria do bairro. Se a principal está assim, imagine-se como estão as outras. Vejamos o aspecto estético. É necessário o replantio das árvores do canteiro principal, as mangueiras. Algumas estão podres; outras, aos pedaços. Os postes tortos, alguns sem lâmpadas e com fios expostos. As lixeiras para se encontrar alguma, é necessário andar quarteirões.

A Guarda Municipal (GM), com contingente escasso, é indiferente à prática de carga e descarga, a qualquer hora, no início da Rua Dias da Cruz, atravancando o trânsito.

A área de lazer, esquina de Dona Claudina com Dias da Cruz, serve de estacionamento irregular, à vista da GM, que não toma providências. O limite de velocidade, de 40 KM/h, com um pardal instalado no final da rua Dias da Cruz, atravanca o lento trânsito de veículos.

Atrapalhando a passagem dos pedestres, há camelôs às dúzias, sem qualquer providência, além das lojas que colocam mercadorias nas calçadas. Bicicletas e motos estacionadas nas calçadas de restaurantes e pizzarias atrapalham os transeuntes.

Complementando a situação caótica, vemos aumentar, escandalosamente, o número das pobres, criaturas que dormem sob as marquises e vagam pelas ruas do bairro. O policiamento é muito deficiente deixando a população vulnerável aos rotineiros roubos e furtos. Enfim, é um quadro que precisa ser mudado e não se pode esperar chegar perto das eleições municipais para começar. Alô poder público, vamos agir e não só na Dias da Cruz, no bairro todo.

Atenciosamente, 
JORGE LUIS DE SOUZA BARATA

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