Julho | 2014 Ano V – Edição 61 – Conjuntivite Saiba mais sobre a doença

Foto: Divulgação Fonte: Assessoria de Imprensa do Hospital Pasteur

Jornal_Novidades_Julho2014_pasteurQuem nunca sentiu aquela coceirinha na vista e deparou-se com o diagnóstico de conjuntivite? Saiba um pouco mais sobre essa inflamação que causa desconforto e é bastante contagiosa em algumas situações.

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva – membrana fina e transparente que envolve a parte da frente do globo ocular (a área branca) e o interior das pálpebras. Pode durar um período de até sete dias e, não raro, acometer os dois olhos.

O oftalmologista Claudio Ramos Gomes, do Hospital Pasteur, explica que “a conjuntivite, em sua forma aguda ou crônica, pode ser causada por reações alérgicas, poluição e substâncias como: fumaça, cloro de piscinas, maquiagens etc. Além disso, é muito comum a inflamação ser causada por pólen espalhado no ar, no período da primavera. É a chamada conjuntivite primaveril”, explica.

A conjuntivite pode ser viral ou bacteriana. O tipo viral da doença é altamente contagioso. Em geral, pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos que já estejam contaminados, como os óculos, por exemplo. Já o tipo bacteriano não é contagioso e requer outros tipos de cuidado, durante o período da inflamação.

O especialista informa ainda que os principais sintomas da conjuntivite são pálpebras inchadas, coceira forte, sensação de areia na vista e secreções purulenta (no caso do tipo bacteriano) ou esbranquiçada (no caso do tipo viral). “Além disso, é muito comum que os olhos fiquem vermelhos, a visão fique borrada, ocorra dor ao olhar para a luz e lacrimejamento e os olhos fiquem grudados quando a pessoa acorda.”

 

Tratamento 

O tratamento será determinado pelo causador da doença: vírus ou bactéria. Para a conjuntivite viral, não há medicamentos específicos, e sim, cuidados, como compressas e lavagem com soro fisiológico gelado. Já no tratamento da conjuntivite bacteriana, deverão ser ministrados antibióticos, que devem ser prescritos por um médico oftalmologista, exatamente pelo fato de alguns tipos de colírio serem altamente contraindicados. “É importante procurar o seu médico assistente e nunca se automedicar, porque essa medida pode ser prejudicial para a eficácia do tratamento, além de agravar o quadro clínico”, ressalta o oftalmologista.

Fique de olhos bem atentos aos sintomas da conjuntivite e, em caso de apresentação destes, procure um oftalmologista rapidamente.

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