Fevereiro | 2014 Ano V – Edição 56 – O perfil do jornalista brasileiro

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Uma enquete com a participação de 2.731 jornalistas atuantes no Brasil e no exterior definiu o perfil deste profissional no país. A pesquisa realizada pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UFSC, em convênio com a Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ – revelou que a profissão é composta majoritariamente por mulheres brancas, solteiras e com até 30 anos de idade. Revelou ainda que nove, em cada dez, eram diplomados em Jornalismo majoritariamente em instituições de ensino privadas e quatro em cada dez já tinham Pós-Graduação.

Dois terços deles têm renda de até cinco salários mínimos e quase metade trabalha mais de oito horas por dia. Seis em cada dez trabalham em meios impressos, cerca de 50% produz para a internet e um terço para rádio, TV ou cinema. Dentre vários itens de avaliação, a pesquisa analisou basicamente grupos que atuam na mídia (veículos de comunicação, produtoras de conteúdo etc), fora da mídia (assessoria de imprensa ou outras ações que utilizam conhecimento jornalístico) e como professores.

Um percentual elevado de docentes defende a criação de órgão de autorregulamentação da profissão. Já os que atuam na mídia são os que menos simpatizam com esta possibilidade, embora representem mais de 60% da classe. Observam-se ainda outras vantagens para os jornalistas que trabalham predominantemente dando aulas. Além de possuírem os indicadores de formação mais elevados da categoria, eles recebem em média os maiores salários.

Fonte: FENAJ

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