Dezembro | 2019 | Ano IX – Edição 126 – Música em Musicoterapia

Música em Musicoterapia

Adriana Pimentel 2

Para este mês a Musikativa propõe uma reflexão importante para conhecermos um pouco mais sobre a Musicoterapia. Como a música é utilizada pelo musicoterapeuta? Qual a diferença de usar a música de forma terapêutica de usar a musicoterapia? Música em ambiente coletivo é musicoterapia? Uma empresa que coloca música ambiente para seus clientes está oferecendo musicoterapia? Cuidado!

A música por si só exerce várias funções, tanto coletivas quanto individuais, como entreter, estimular o movimento, ambientar espaços públicos, memorização de conhecimento, mexer com as emoções etc. Como é uma arte muito próxima das pessoas, o campo da música é imensamente vasto. Assim, a educação utiliza a música para facilitar o comando nas ações escolares, a memorizar conteúdos, acalmar ânimos, unir os alunos, festejar… Lojas e departamentos de compras utilizam no ambiente coletivo envolvendo o cliente nos momentos das compras… Filmes e novelas fazem da música uma aliada para ajudar a comunicar as informações desejadas como: suspenses, medo, sentimentos… E, assim segue… Todos podem fazer da música sua companheira.

Porém, existem outros efeitos da música no corpo humano que chamaram a atenção da área da saúde/medicina, como alteração na pressão arterial, na liberação de hormônios, na mudança do tônus muscular, na ativação das áreas cerebrais, na existência de sons que estimulam convulsões e precisam ser evitados por determinadas pessoas, por exemplo.

Dada a importância desses benefícios na saúde, foram realizadas várias pesquisas, formando um arcabouço teórico multidisciplinar que faz parte do campo do saber da Musicoterapia. Além disso, a leitura musicoterápica nos ajuda a entender o estado emocional de cada um. Ou seja: os sons que a pessoa produz, a forma dela tocar, de se expressar, do ritmo que ela manifesta, do instrumento musical que ela escolhe, revela ao musicoterapeuta conteúdos que o ajudam a identificar questões emocionais, físicas, cognitivas e intervir diminuindo o estresse, a ansiedade, minimizando transtornos do desenvolvimento, doenças degenerativas entre outros objetivos.

Portanto, cuidado! Não se deixe enganar. A música no ambiente de um hospital, supermercado, loja, não é Musicoterapia. Cantar, tocar, se alegrar, chorar assistindo ou ouvindo uma apresentação musical, não é Musicoterapia. Fazer música em grupo envolvendo as pessoas, não é Musicoterapia, embora todas essas práticas sejam prazerosas e às vezes saudáveis, em determinados casos.

A Musicoterapia é uma intervenção dentro de um processo terapêutico sistematizado, que necessita da intervenção direta de um profissional com formação superior em musicoterapia.

Caso queira saber mais entre em contato conosco!

Musikativa – música transformando vidas!
www.musikativa.com.br

Adriana Pimentel
AMTRJ 478/1

Atendimento com hora marcada.
Tel.:  98717.6021

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